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sábado, 6 de janeiro de 2018

Resenha: Slave To The Rhythm (The Rhythm #1) Jane Harvey-Berrick


Sinopse:

MÚSICA. Balas.
RITMO. Dor.

Música na minha cabeça, dança no meu corpo, o ritmo do meu coração.
Até onde você pode cair em apenas um mês? Com que rapidez pode o espírito
humano ser quebrado? Onde o mal se esconde à vista?
Ash quer dançar. Precisa. Deixar para trás uma vida de expectativa e dever, de
libertar sua alma.
Mas a vida nunca é tão simples assim. Cada etapa é uma viagem em uma estrada
nova.
Para toda a ação há uma reação. Cada escolha
tem uma consequência.
E quando você encontra a pessoa errada, todas as apostas estão desligadas.
Laney tolera suas limitações, empurrando silenciosamente os limites. Mas
quando Ash cai em seu mundo através de raiva e violência, desencadeia uma
reação em cadeia que nenhum deles esperava.



Pensa num livro que te tira o fôlego em certos momentos. Que causa aquele desespero de largar o bichim para não ler o que vai ler em seguida? Não quer ver o personagem (que já é seu amigo haha), sofrer?
Slave To The Rhythm foi assim pra mim.



Aljaž Novak (Ash) é um jovem dançarino de 23 anos que vai para Las Vesgas em busca de seus sonhos.
Na Eslovênia sua terra Natal, ele venceu campeonatos de danças, tentava o sonho por lá. Mas, com poucas oportunidades e um pai que não o entendia, um emprego que não o satisfazia, ele vê em um site que estavam atrás de jovens promissores para uma companhia de dança para dançar em hotéis. Parecia tudo muito idôneo e certo.
Mas, Ash não fazia ideia que entraria em um pesadelo sem precedentes. Que mais que seus sonhos estava em jogo... sua vida estava em perigo.

Laney, uma jovem mulher de 29 anos, que sofre de Artrite Reumatoide, tem um namorado chamado Collin, uma vida sem surpresas e sem emoção.
Seu namorado a trata como uma inválida e ela se ressente disso. Quer VIVER e não apensas existir. E nesta ânsia de viver vai com suas amigas para um fim de semana de curtição em Las Vegas. Lá, em uma noite de dança, vê um jovem atraente que realmente sabe dançar, ela o olha fascinada, até que a parceira de dança dele se afasta e ele se aproxima e a convida pra dançar, sem perceber que Laney está em uma cadeira de rodas.
O maior desejo dela é que as pessoas vejam mais que a mulher com uma deficiência, mas mesmo assim, Laney sente a dor que sua limitação impõe e não reage muito bem a aproximação de Ash.

Dois mundos totalmente opostos, que se cruzam e se entrelaçam da maneira mais dolorida possível.
Ash, que sofre com a perseguição de Sergei é agredido violentamente e Laney presencia a violência, sem querer, salvando a vida do rapaz.
E ali, começa uma luta pela sobrevivência de Ash.
Sua vida.
Sua alma.
As marcas que Las Vegas deixam em Ash são mais que físicas. O trauma por tudo que ele passou, o medo da perseguição de seus algozes, a luta para achar um emprego sem documentos, sem dinheiro, sem lar, quase sem esperança.
Mas, Laney é como um anjo que o ampara.
Além de o salvar fisicamente, começa lentamente a curar a alma de Ash, que está tão ferida.
A dança é seu lenitivo.
E é por ela que enfim é curado.



Povo e pova, eu não quero falar muito do que se passa em Vegas (não e pq o que acontece em Vegas fica em Vegas haha), mas porque quero que vocês sintam a angustia que senti.
Quero que o que Ash passou seja presenciado e SENTIDO em primeira mão.
Que seu relacionamento com Laney seja uma surpresa, que a evolução da amizade, respeito e amor, sejam como um presente que vocês vão desembrulhar devagar e com carinho.
Mas, digo que o livro me causou muita, muita emoção.

Essa autora sabe mexer com os nervos. Sabe fazer o leitor sentir seus personagens.
Sua dor.
Sua vergonha.
Sua esperança.
Seu amor.
Sua gratidão.
Enfim!!
Leiam!!! 



sábado, 11 de abril de 2015

Lifers - Jane Harvey-Berrick

Sinopse:

Depois de oito anos de prisão, aos 24 anos de idade Jordan Kane é o homem todo mundo adora odiar.
Forçado a voltar para sua cidade natal, enquanto em liberdade condicional, Jordan logo descobre que esta pequena cidade não mudou desde que ele foi levados para o reformatório todos aqueles anos atrás. Ele é o pária local, evitado por todos, inclusive seus próprios pais. Mas o seu ódio por ele não chega nem perto do ódio que ele sente toda vez que ele se olha no espelho.
Trabalhando em bicos para a senhora pregador, Jordan espera o tempo antes que ele possa deixar esta cidade para trás. Mas pode distanciar apagar as memórias que o assombram? Preso na prisão de sua própria mente Jordan se pergunta se a dor de viver nunca vai diminuir?

Torrey Delaney é novo na cidade e certamente não se comportar de uma maneira que os moradores acreditam filha de um pregador deveria. Sua reputação de casuais hook-ups e sexo sem sentido é o assunto da cidade. Acrescentar que a sua amizade de amizade com o ex-con trabalhador braçal endurecido, eo bom reverendo é menos do que excitado com o trajeto de sua filha distante.
Como formas de amizade, é possível que duas pessoas danificadas que têm medo de amar levar o seu relacionamento para o próximo nível? Pode Torrey viver com os demônios da Jordânia, e pode Jordan romper as muralhas de Torrey? Com a desaprovação de uma pequena cidade pesando fortemente sobre eles, eles vão encontrar o seu lugar no mundo? Será que eles podem lutar contra todas as probabilidades, ou será que o seu mundo ser violentamente abalada?

O amor é uma sentença de prisão perpétua?









Que livro intenso!!
Chorei, sofri, me desesperei, mas no fim sorri ;)
A vida não é fácil para Jordan, o cara paga muito caro pelo erro cometido. 
E o pior é que o erro cai só sobre ele, mas é o clássico até em livros, morre vira santo.
Vemos a luta doída de Jordan pra seguir a vida, pois ser ex-presidiário em uma cidade pequena não é mole. Ele é perseguido, mal tratado, seus pais não o apoiam de maneira alguma (a mãe dele é uma cretina, hunf!) A reverenda dá cidade é quem estende a mão pra ele, e com a reverenda vem a filha dela, Torrey, que está na cidade para se recuperar de um mau relacionamento.
Torrey é o que Jordan precisa, ela é a boia de salvação no mar de angústia que ele vive, não que ela seja a calmaria, pois ela é um furacão. Ela é o animo, a alegria que falta em sua vida.
As lutas que eles enfrentam não são poucas e não são fáceis, mas eles juntos conseguem superar e vencer.
Eu gostei muitíssimo desse livro.
 Super recomendo!!