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quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Resenha: Ardente| Em Chamas – Sylvia Day



Sinopse:


Nunca misture trabalho com prazer. Nunca fale de política dentro do quarto. De certa forma, no momento em que me tornei amante de Jackson Rutledge, fiz exatamente essas duas coisas. E não posso dizer que foi por falta de aviso. Dois anos depois, ele voltou. Mas eu não era mais a garotinha que ele havia conhecido, enquanto ele não mudara nada. Ao contrário da última vez em que nos esbarramos, eu sabia exatamente com quem estava lidando e quão viciante seu toque poderia ser. Só que desta vez eu conhecia as regras do jogo. No ambiente competitivo e impiedoso do mundo dos negócios, há uma regra que vale para todo mundo: mantenha seus inimigos por perto, e seus ex amantes mais perto ainda.




Não sei se vocês sabem, mas esse livro da Sylvia Day se tornou filme, filme para tv, não passará nos cinemas.
Como eu nunca havia lido e um dia pretendo ver o filme fui conferir do que se tratava a estória do livro, como eram os personagens e tal.



E vou falar... Que decepção!



Eu imaginei que seriam personagens fortes e carismáticos, afinal, para ser transformado em filme deveria ser do babado né? Doce engano.
Vamos falar do livro.

O livro conta a estória de Gianna Rossi e Jackson Rutledge (ou Jax).
Um casal que teve um caso tórrido de amor curto em Las Vegas, que teve seu fim quando Jackson abandonou o barco sem uma explicação, só tomou Doril e sumiu.
Gianna fica putíssima da vida com razão e super magoada, se concentra em encontrar o emprego dos sonhos e assim superar essa fase da vida dela.
Este emprego é como uma agente de chefs como assistente de Lei Yeung, uma fera no ramo e modelo de profissional que impulsiona Gianna.

Jackson. É um empresário do mercado de capital de risco e filho de um proeminente político. A família todo do rapaz é envolvida com política e ele é arredio a respeito disso.
O destino do casal se cruza quando Lei e Gianna estão em vias de fechar acordo com dois chefs para um novo restaurante  e o ex e concorrente direto de Lei Ian Pembry se envolve no babado, disposto a roubar os chefs das mãos da empresa de Lei.
E que surpresa pra moça, Jackson é um dos investidores envolvido no negócio.
O cara volta pra vida dela e ainda por cima, em vias de atrapalhar o melhor momento de sua carreira.
Jackson volta com tudo, querendo a moça de volta e Gianna ainda magoada com o sumiço do moço, dificulta o trabalho.

Ai começa o mimimi sem fim do livro ( e tudo é rápido, a volta, a transa, o mimimi, as picuinhas), Gianna cede ao charme de Jax, mas a cada conversa, traz a tona todo  o drama passado e não de uma maneira madura, mas infantil e incoerente.

Com a volta, vem a tona os segredos de Jax, o porque ele ter se afastado, a razão de sua relutância e assumir seu romance com Gianna. O que os bastidores do poder da politica podem acarretar na vida de quem não tem o brio necessário para entrar nele.
Mas então,  o que me desagradou e me fez achar o livro mais raso que piscina de bebê?
Gianna descrita no livro é uma mulher forte e decidida, mas a que é apresentada não é nada disso.  É mimada, burra, chata, ranheta. Aquela que diz eu entendo e não entende coisa alguma.



Que se diz disposta a tentar, mas a cada segundo muda de ideia sobre o que pensa sobre o cara e a situação deles.
Jackson, que devera ser um cara sedutor e misterioso na verdade é tedioso, que não sabe conversar. A cada momento que eu pensei, bom, agora ele vai mostrar o homem maduro que é... puff, ledo engano.
Na verdade, ele e Gianna se completam, dois adolescentes.
Achei o livro fraco, sem uma estória base boa, com muita cena de sexo 

 – nisso eu aplaudo a Sylvia, eu adoro as cenas de sexo dela, mesmo sendo quase repetitivas haha – 



o final deixou a desejar. Uma intriga que nem tão intriga é. Vende um pai terrorista do Jackson, mas que na verdade é só um político a procura do seu lugar perpétuo ao sol.

Um fato agradável, foram os irmãos da Gianna, gostei dos rapazes.


Então... eu vou ver o filme e esperar que mudem muita coisa, acho que será muito necessário. 




sexta-feira, 8 de abril de 2016

Todo Seu – Sylvia Day (Crossfire # 5)



Sinopse

Gideon Cross. A coisa mais fácil que já fiz foi me apaixonar por ele. Aconteceu instantaneamente, de forma completa e irrevogável. Casar com ele foi um sonho realizado. Continuar casada com ele é a maior batalha da minha vida. O amor transforma, e o nosso é um refúgio e também a pior tempestade. Duas almas danificadas que se entrelaçaram.
Nossos votos foram apenas o começo. Lutar por esse casamento pode nos libertar... ou nos separar de vez.

Sedutor e comovente, Todo Seu é a última parte da saga Crossfire, uma história de amor que cativou milhões de leitores ao redor do mundo.







Terminado de ler Todo Seu, não sei se estou triste ou com raiva pela forma que a Sylvia Day levou a história.
O que era pra ser uma trilogia se transformou em cinco livros, sendo que os últimos dois foram encheção de linguiça e pouco brilho. Ou seja, devia ter mantido o plano e não ter sido dominada pela ganância dela e da editora. Deveria ter se mantido fiel a seus personagens.
Esse quinto livro foi um emaranhado de coisas desnecessárias. Cenas de terapia desnecessária, brigas desnecessárias, morte desnecessária, segredo desnecessário. 
Gideon que era um homem decidido e forte, se tornou um cordeiro da Eva. Eu entendo que traumas podem e mudam personalidades, mas eu acho que a Sylvia Day abusa neste quesito.

Cary por exemplo, eu o considero um cara de caráter fraco mesmo. A maneira que ele lida com a vida, com o Trey e Tatiana, pra mim não era resultado do trauma, mas de safadeza mesmo, torci para o Trey não perdoa-lo.

Pela mãe da Eva eu sempre tive um certo desprezo, achava ela uma safada de marca maior. Ela trair o marido com o Victor no livro anterior pra mim havia sido uma coisa horrorosa, o respeito que eu sentia pelo pai da Eva ficou bem abalado, porque o marido da Monica era incrível e um excelente padrasto pra filha dele. Achei uma filha putagem sem precedentes dos dois.

Eva, que neste livro achei que ficou bem fútil, perdeu bastante sua essência e força comparada aos 3 primeiros livros. Assim como Gideon, os personagens perderam sua força e sua atração pra mim.
Senti falta de um desenvolvimento melhor da relação do Gideon com sua família.
E esses segredos e acontecimentos desse último livro... Fico só pensando que chá de alucinógeno a Sylvia tomou. Uma bobagem atrás da outra. Acho que por isso não estou com raiva do livro, mas sim triste.

Gideon Cross sempre será uma referência de mocinho gostoso, mas pena que não entra pro rol de mocinhos mais incríveis dos últimos tempos. Sua criadora Sylvia Day fez o favor de tirar um pouco do seu brilho no final.