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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Vacant - Empathy 2.5 - Ker Dukey





Sinopse:


Ryan

Quando duas almas das trevas se conectam o empate é muito dominante para ignorar a obsessão de possuir a única cor para alegrar meu mundo escuro e muito inflexível para não obedecer. Deixei-a sozinha para que ela pudesse viver uma vida normal, mas eu era fraco, como ela pode viver uma vida normal depois que tanto caos sinistro invadiu seu mundo, chamando sua própria escuridão para a superfície?

O diabo depravado que eu tinha agora uma âncora, alguém para se aventurar no abismo negro. Normal não era um caminho já definido para Cereus.

Ela era filha de seu pai, mas minha alma gêmea, mesmo que eu nunca disputasse possuir uma.

Ela estava lutando sem mim em sua vida, a dor vaga dentro de sua fuga para fora. Eu não posso ir com ela, a necessidade é muito forte e como todos os meus desejos eu abracei isso.











Olha, ela destruiu uma série fantástica. E não é nem o lance de: Ui ela não curte livro dark pra quê ler e blá blá blá.
O meu ponto é; a autora de deixou levar pela vibe de algumas leitoras que amam um certo personagem.
A meu ver Ryan nem era grandes coisas. O livro dois pra mim já foi fraco em relação ao primeiro e esse 2.5.... Pqp!!!
Detestei ver um vilão se dar bem, odiei que cada situação criada pela autora com o personagem ficou um tom de: Ah, ele é psicopata mas é encantador. Não!! Ele não é!!!
E Cereus... Desejei ardentemente a morte dela. Além de ser uma mimada também era psicopata como Ryan apesar que se o pai dela não tivesse passado a mão na cabeça dela, ela teria sido corrigida. E nem se fala na relação desses dois, Cereus e Ryan. Doente de tudo, por serem tio e sobrinha, mesmo o Ryan dizendo que não era sexual, ah tá! Senta lá Cláudia! Era sexual sim senhor!! E aposto que transariam (e transaram) e se banhariam em sangue juntos.
Odiei de verdade esse livro, não vi encanto ou charme nele, vi sim uma autora foder legal uma história.





quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Desolate - Ker Dubey (Empathy, #2)



Sinopse:



Eu era um filho,
Um amigo,
Um irmão,
Um psicopata.
Dezoito anos estando em uma ala psique. Eu fui lançado para o mundo. As coisas mudaram, Blake é casado com Melody e é um pai para minha nova fixação, Cereus. Minha linda sobrinha que nada sabe da minha existência. Quando consequências de pecados passados começam a jogar truques sobre mim, há demanda de desejos antigos para serem satisfeitos.
Não há cura para o meu tipo de doença.
Estou vazio de tudo, mas obsessivo.
Eu não posso amar, 
Eu não posso sentir, 
Estou desolado.

***Aviso: este livro contém temas sombrios e sexo explícito, leia com cuidado.






Eu estava esperando muito desse livro porque eu adorei o primeiro e vou dizer, ele não alcançou as minhas expectativas
Não, o livro não é ruim, mas sei lá, não senti o tchan que esperava.
Temos um Ryan louco, isso não mudou. Ele é doente, psicopata, frio ou seja, é ele mesmo.

E nosso Lelé da Cuca está empolgado para se envolver na vida da sobrinha Cereus. Sobrinha essa que achei uma boa bisca mimada, bem sobrinha do Ryan mesmo. 
Ele pensa que seria fácil atormentar a garota e no fim, se surpreende por ter sentimentos por ela. Se identificar com ela, sentir que tem uma afinidade com ela. Uma relação que achei meio doente 



Blake ao saber da saída de seu irmão da instituição psiquiátrica, se isola de sua família, fica super perturbado procurando acompanhar os passos do irmão, temendo pela vida de sua esposa e de sua filha.
Ryan que é piradinho mesmo, encontra "brinquedos" na moradia temporária. Duas mulheres quebradas, perfeitas para saciar sua mente doentia e depravada.
Eu não senti simpatia pelo Ryan em momento algum. Continuo a achar que ele é podre, psicopata e não é digno do mais leve perdão.

Blake que se torna capitão da polícia, continua ótimo, apaixonado e um defensor de sua família. Porque mesmo no primeiro livro, ele fez o que fez por amor.

Melody, que construiu uma carreira bem sucedida, achei ela bem mole com a filha, uns safanões na mimadinha seriam super úteis.

Cereus, como já disse, achei uma mimada e louca!! Praticamente cantando: Ele é psicopata mas é meu amigo, matou meus avós mas é meu amigo, tentou matar meus pais mas é meu amigo ♫ ♪




Quando tem a reviravolta na morte do professor, eu pensei que ele não havia matado mesmo, não desconfiei da pessoa a hora só na parte da autopsia. Pensei sim, que a pessoa tinha acesso ao arquivo de Ryan.

Bom, o que me agradou foi que Blake não perdoou, não rolou um abracem-se e tudo foi esquecido.
O livro não chegou perto a ter intensidade que Empathy teve o que foi uma pena.

Recomendo? Sim. Amei? Não.



E tô puta até agora com a morte de uma pessoa. Totalmente desnecessário









terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Empathy (Empathy, #1) Ker Dukey


Sinopse:


Blake:

Eu sou um irmão
Eu sou um detetive da polícia
Eu sou um matador de aluguel
Eu não quero amar
Eu não quero sentir

Eu não quero... EMPATIA. Dizem que algumas pessoas nascem com a diminuição da atividade no lobo frontal causando-lhes uma deficiência na empatia. Talvez seja verdade sobre mim, mas se eu nasci assim ou criado em um momento de maldade, a empatia era algo que eu não possuía, até que seus olhos verdes encontraram os meus no espelho e eu não poderia tirar a vida dela. Eu não queria sentir, não quero essa mulher na minha vida complicada como eu vivia, mas ela estava lá em cada turno. Enviada para me assombrar pelos meus pecados. Sua luz tão brilhante que provocava uma sombra a partir de todos que ela tocou. 

Quando uma tarefa se torna ruim rapidamente alterando minha vida para sempre eu sou forçado a sentir. 

Quando nada está fazendo sentido, eu sou forçado a enfrentar verdades que eu nunca iria me recuperar. 

Quando a vida se afoga em sua crueldade você não sabe o caminho que a corrente irá arrastá-lo ou quem você vai se tornar uma vez que você voltar a superfície.

Melody:

Eu era uma filha. 
Eu era um estudante
Eu era uma vítima
Eu tinha o seu amor? 
Eu tinha que fazer com que ele sentisse?
Será que eu tenho sua empatia?

Quando as ações de um assassino desalmado força a tristeza em minhas veias, eu jamais sonharia que o homem que ia curar minhas feridas seria o único a deixar a pior cicatriz. Seu amor seria uma cicatriz na minha alma. As cicatrizes são permanentes. Eu nunca vou sentir o alívio a partir deles. Vou aprender a viver com eles, recordar porque eu os tenho e aprendi a nunca deixá-lo perto o suficiente para causar mais? Será que eu, eventualmente, os cobri... como tatuagens revestindo-os com novas memórias, um novo amor e novo começo? Eu não conhecia essas respostas porque a dor era muito sufocante, a única coisa que eu sabia era que eles estarão sempre sob a persistente superfície. Ele tinha cicatrizes também, de seus pecados.

Não há nada que pode cobri-los, eles eram muitos profundos, muito feios, muito escuros e nos marcaram ambos para sempre.

Aviso: este livro vai mexer com a sua mente. Ele é um muito escuro, sexy e um torcido romance. Somente para 
maiores de 18 anos







O amor o empurrou para a escuridão, e o amor o resgatou dela.

Quando eu vi os avisos de quem não curte dark não leia esse livro, achei que seria o tipo de dark que não curto. Com protagonistas abusivos disfarçados de mocinho. Esse livro não é o caso.

Ele é pesado.
Ele é um thriller.
Ele é forte.
Mas é o MEU tipo de dark.

Blake e Melody são o caso de luz e escuridão. Encontrar sua alma perdida de volta. Desde o primeiro esbarrão a vida de ambos estava entrelaçada. 
No prólogo quando ele diz que seu nome é Damian como o filho do capiroto de: A Profecia. Pensei que ele seria frio, sem consciência, sem chance de salvação, mas não. 
Neste livro temos um Damian, e este Damian chega a ser pior que o do filme do fio do demo. Mas não falarei sobre isso pra não dar spoiler haha.
O que eu quero aqui, é contar para as amigas que como eu não curtem a maioria do livro do gênero pela mocinha sofrer humilhações nas mãos do 'mocinho' e no fim amar e esquecer tudo. Isso não rola. Não que Blake seja um príncipe, não é isso. Mas ele está disposto a deixar a luz entrar e não reluta em se entregar à ela.
O livro é instigante, tenso, hot e sim, ele é bonito ao mostrar que uma alma perdida pode encontrar o caminho de volta.

E gente, falando do Damian fio do capiroto... Ele me causou arrepios e horror. 
Para esse ser ter salvação só muito batuque, muita sessão de descarrego, muita novena, muito terço, muita luz. Pois pra mim esse caso é falta de alma, não é nem trazer a alma de volta da escuridão, mas sim encontrar uma alma e enfiar naquele corpo habitado pelo mal.