sábado, 11 de março de 2017

Resenha: Wait For It – Mariana Zapata





Sinopse:

Se alguém alguma vez disse que ser um adulto era fácil, eles não tinham sido um por tempo suficiente.

Diana Casillas pode admitir: ela não sabe o que diabos está fazendo na metade do tempo.

Como ela conseguiu passar os últimos dois anos de sua vida sem matar ninguém é nada menos que um milagre.

Ser um adulto não era suposto ser tão difícil.

Com uma casa nova, dois meninos que ela herdou da maneira mais dolorosa possível, um cachorro gigante, um emprego que ela geralmente ama, mais que suficiente de família e amigos, ela tem quase tudo que ela poderia pedir.

Exceto por um namorado.

Ou um marido.

Mas quem precisa de um desses?





Pensa num livro bacana!



E já aviso, romance, romance mesmo tem pouco durante o livro. Mas o que me ganhou muito foi ver a mulher forte que Diana é. A força, o amor, a dedicação enorme que ela tem com os sobrinhos é a coisa mais linda. 
Diana com o falecimento do irmão fica com a guarda dos sobrinhos; Josh de 11 anos e Louie de 5 (coisa mais querida do mundo!).






Para ter uma vida melhor com os meninos, ela se muda para uma casa em um bairro bacana e lá tem um vizinho ranzinza (com ela pelo menos), Dallas.
Eles se conhecem quando Diana ajuda o irmão dele está levando uma bela surra em frente a casa dela.
Não foi na melhor circunstância né?

Dallas não é nada simpático com ela, e ela que não leva desaforo na cara, vai lá falar com ele; Qual é a tua cara?
Dallas além de vizinho, é treinador de baseball de seu sobrinho Josh, portanto o contanto com ele é maior ainda.

E nasce uma amizade sincera entre Diana e Dallas e ela gostando cada vez mais desse cara grandão e meio introspectivo.

Como eu disse, romance mesmo, namoro tem pouco no livro, mas ele é tão bacana, a relação dela com os sobrinhos/filhos é tão linda que pouco senti falta disso.
Diana e Dallas mesmo não tendo cenas calientes, tem cenas profundas de amizade, de descoberta de amor e confiança.
Claro que eu queria mais Love no livro haha mas o amor materno nele compensou pra mim essa falta.

Eu recomendo com toda certeza pra quem gosta de um livro cheiinho de amor








domingo, 5 de março de 2017

Resenha: Ten Below Zero - Whitney Barbetti




Sinopse:

— Aqui, — ele falou empurrando a pele sobre o meu peito, — Você é dez graus abaixo de zero. E você está mais perto da morte do que eu.
Meu nome é Parker. Meu corpo é marcado por cicatrizes de um ataque que eu não me lembro. Não quero lembrar. Escolho viver a vida através de observação, não experiência. Enquanto as pessoas estão se beijando, rindo e se conectando, eu estou no canto. Observando-as viver. Sou indiferente a tudo e a todos. A única emoção que eu sinto com algum tipo de profundidade é irritação e sinto com frequência.
Uma mensagem de texto enviada para o número errado prova ser a minha ruína.
O nome dele é Everett, mas eu o chamo de rude. Ele é mandão, arrogante, invade meu espaço pessoal e o pior de tudo: ele me faz sentir.
Ele escolhe vestir apenas preto. E está passando seus últimos dias vivendo, vivendo de verdade. E fazendo isso, ele me força a sentir, curar. Encarar os demônios que suprimi da memória.
Ele me machuca, preenche, completa. E ainda assim, está morrendo.





“ — Mas o purgatório não é um lugar de sofrimento, um lugar que você tem que expiar os pecados antes de entrar no céu?
Os braços de Everett envolveram a minha cintura por trás e ele me puxou para mais perto dele. — Que faz você Parker pensar no purgatório tão negativamente. — eu senti seus lábios na minha têmpora quando ele disse as palavras seguintes. — Prefiro pensar nisso como um lugar para limpar, purificar a alma antes do céu.”



E Everett e Parker passam pelo purgatório antes do seu final feliz.
Eu adorei de verdade esse livro, Parker e Everett cada um com sua cruz, cada um com um fardo pesado, mas que juntos, passam pela provação e descobrem que a vida às vezes fria e aparentemente sem luz, tem sim uma luz brilhante lá no fundo, é só ter a fé e perseverança para encontra-la.
Uma mensagem de texto enviada por engano, uni esse casal improvável.
Parker, uma mulher marcada pela tragédia física e emocional, não sente nada. Não sorri, não ama, não interage com quase ninguém, um dia recebe a mensagem de um homem dizendo que seu amigo em comum, acha que ela e ele devem se conhecer e sugere marcar um encontro.
Parker não tem amigos, tem sim duas colegas de quarto, mas longe de ser amigas. Ela fica intrigada e surpresa com a vontade que tem em responder, conhecer Everett e decide deixar o destino jogar e vai até ele.
Everett, um cara misterioso, seco até, um ‘homem de preto’, não é exatamente uma luz de energia brilhante, mas sabe mexer com emoções que Parker nem sabia que tinha.

Encontros, conversar, desafios e Parker e Everett descobrem sim, que tem mais em comum do que esperavam, e vão a uma viagem para Everett cumprir seus objetivos e ele tem além dos seus, um maior ainda. Fazer Parker sentir, desgelar sua alma e seu coração.
Mas ele tem uma regra; Ela não pode se apaixonar por ele. Caso isso aconteça, ela deve fazer as malas imediatamente e ir embora.
Ai você pensa; Arrogante o rapaz não é mesmo?
Ele tem seus motivos.
Mas claaaro que o amor entra em jogo e Parker e Everett tem que superar os obstáculos que existem em seu caminho.
Será o amor maior que o medo?
A fé de pular no desconhecido, de jogar com a vida, essa é a maior decisão que Everett e Parker devem tomar.
O purgatório para Everett e Parker, é realmente um lugar de purificação para encontrar um lugar no céu.
E o céu, é o amor.








Resenha: That Thing Bet Ween Eli &Gwen - J. J. McAvoy




Sinopse:
Eli Davenport pensa que ele encontrou a mulher perfeita para
ser a sua esposa. Ela é médica, como ele é. Ela é brilhante,
como ele é. E ela é rica como ele é.
perfeito. Ele é bonito, bem sucedido e ele era o seu primeiro...
Mas quando a noiva de Eli foge com o noivo de Gwen no dia
do seu casamento, eles deixam para recolher os pedaços um
do outro.
Abra o seu coração para um amor que faz você se sentir como se estivesse sonhando, um amor que deixa você sem fôlego.



Esse é o tipo que você lê achando que conhece os personagens e vem a autor(a) e te dá aquela rasteira.
O livro começa com o bafão da troca de noivos. Com direito a música da Wanderléa; Por favooooor, pare agora... Senhor juiz... Pare agora ♪ 

E assim, Eli e Gwen levam um pé na bunda épico.
E o destino caprichoso cisma em colocar esses dois no mesmo caminho.
Eli, que no inicio do livro é um pedante chato, ok que o cara tinha levado um chute na bunda, beleza tá revoltz, mas ele era arrogante mesmo, tanto que até certa altura do livro eu não ia muito com a cara dele não.
Gwen (Guinevere como Eli a chama) é uma artista renomada, milionária que não age como uma. Ela é simples, louca, tenta levar a vida e o chute da melhor maneira possível, já chorou, já se descabelou e agora quer seguir em frente.
E como eu disse o destino quer porque quer juntar esses dois, e Gwen vai morar no apartamento ao lado do de Eli.
E papo vem, uma amizade que Eli não quer no começo cresce e cresce.
E com a amizade, cresce a atração e meu apreço por Eli, que vai se tornando um amor e me fazendo me apaixonar por ele.
Eli é um Derek Shepherd com a magia do Mark Sloan.

Então quando o livro caminha para um final super satisfatório a autora resolve inventar.
Vamos fazer uma treta e dar tempero para o livro.



Mas pra mim, esse tempero ficou indigesto. Me fez ver a Gwen por uma ótica não tão agradável. Achei que ela foi imatura, egoísta e faltou amor por Eli.
Ok, o livro tem um ‘final feliz’, mas um final feliz vago e inconsistente.
Porque os motivos que Gwen usa para se afastar ainda existem e isso não é trabalhado no livro em nenhum momento. Parece que a autora cansou e falou; Aff fiquem juntos e bora terminar o livro.
Não à conversa, não existe conclusão. Você fica com a impressão que a vida não seria suave e nada fácil. 



Acho sim, que seria uma merda. Pois ela ainda não parecia disposta a aceitar a nova fase da vida de Eli (a qual ele não teve escolha), e o afastamento foi meio que em vão.
O livro é ruim? Não, longe disso.
Mas achei incompleto.



quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Resenha: Rainfall - Melissa Delport





SINOPSE:


 O pai de Paige tem Alzheimer, e seu noivo é baleado e morto em um assalto à mão armada. Paige combate a sua depressão e se puxa do lugar escuro que ela sucumbiu, com esforço monumental e uma recém-descoberta determinação para viver sua vida ao máximo, fazendo coisas que tanto aterrorizam quanto a animam.
Quando Paige encontra Adam, a atração é instantânea. Adam cresceu em um orfanato e não tem lembrança de sua vida antes dos seis anos de idade. Paige se apaixona perdidamente e encontra uma felicidade que ela nunca sonhou ser possível. Até o dia em que ela encontra Adam na cama com outra mulher.
Querendo mais nada com ele, Paige corta Adam de sua vida, até que ela recebe um misterioso visitante que revela segredos sobre o passado de Adam que choca Paige em sua própria essência.
Determinada a lutar pelo homem que ela ama, Paige se encontra em uma viagem que vai mudar sua vida para sempre.







ESSE DESABAFO CONTÉM MUITO SPOILER, NA VERDADE 
EU VOU CONTAR O LIVRO.
SE VOCÊ NÃO CURTE PEÇO POR FAVOR, QUE NÃO LEIA.
SE VOCÊ QUER VER ALGUÉM DESESPERADA E NÃO LIGA 
PARA SPOILER E ETC, FIQUE A VONTADE E COMPARTILHE MINHA DOR.





Ai que ódio!!



Vamos lá!
Paige é uma moça que já perdeu muito na vida, seu namorado foi assassinado, seu pai esta com Alzheimer avançado, sua relação com sua mãe não é lá essas coisas. Mas ela tem um padrasto ótimo. 
Com as patadas que a vida lhe deu, Paige baqueou por um tempo, até decidir que iria viver a vida intensamente, fazer esportes radicais, cantar, dançar, curtir.
E assim que ela conhece Adam, dançando loucamente na chuva.



A atração entre os dois é instantânea e forte. E logo eles começam um namoro.
Ai o livro vai na vibe amorzinho, eles namorando, praticamente vivendo juntos, fazendo planos de casar... até o dia que ela vê ele com outra mulher.
Ele nega, nega tanto que ela olha nos olhos de Adam, vê a sinceridade ali e acredita nele. 
E acontece de novo... dessa vez ela o vê transando com outra e ele a destrata, agindo como um louco, não como o homem que ela conhece e ama.
A separação acontece, Paige sofre muito, está abalada demais pois ama Adam com fervor, até o dia que é procurada pelo Dr. Carl.
Ele conta para ela que Adam sofre de múltiplas personalidades e pede ajuda dela para Adam passar por isso, pois ele a ama muito e está arrasado com a atitude do seu alter ego.
Por amor, Paige decide lutar ao lado de Adam, para enfim eles possam encontrar a felicidade.




E ela conhece: Kyle, Jacob e Simon.
Kyle é um safado sem vergonha, ama sexo sem compromisso, rude, machista, desbocado.
Jacob é frágil como uma criança, perdido, amedrontado.
Simon é pedante, esnobe, moralista, desagradável, 
E Adam... Adam é o homem perfeito.
Na jornada de tratamento, cada personalidade deve se entregar ao verdadeiro eu, e assim lidam com cada uma delas.
Paige trata cada uma delas, vive com elas, tenta descobrir com o Dr. Carl, a fonte, porque cada uma delas surgiu e assim trabalhar os traumas de Adam.
Na jornada, Paige se afasta da cidade e de seu pai (ai já tem uma semente de raiva minha), para o tratamento ser feito, ela muda da Califórnia para Nova York, e deixa de visitar seu pai aos domingos como sempre fez (Já imaginam o que acontece né?).
Tem uma personalidade que Paige não suporta; Simon.
Ele a odeia e ela o odeia, não tem como os dois se darem bem e Simon é apaixonado por outra mulher, Lizzy.


Como o passado de Adam é um mistério, Paige contrata um detetive para descobrir detalhes de sua infância, pois ele foi para o orfanato aos 6 anos e não se recordava de nada antes disso, e foi lá na infância, que as personalidades afloraram.
Simon, o mais difícil diz ser o verdadeiro Eu, ele afirmava categoricamente que os outros são os intrusos em seu corpo e por isso odeia ainda mais Paige, que para ele, usa seu corpo e sua vida.
Quando cada personalidade começa a se abrir e a partir, é revelada como era a infância de Adam, e é super trágico, muito mesmo.
Mas ai você me pergunta; Por que você odiou tanto? O livro tem uma base interessante.
O livro não é ruim, ou mal escrito. O que me matou foi o rumo que a história tomou no fim.
Quando a verdade é revelada, mais que isso vem à tona, vem à tona o verdadeiro EU de Adam, na verdade... Simon.



Aquele homem perfeito, apaixonado, trabalhador, inteligente é um dos alter ego, não o Eu verdadeiro e então, ele tem que “morrer”.
Depois de tanta luta, perda, dor, renúncia. Tudo é perdido!!
E pior! Simon é um fraco, pois as personalidades até então controladas, voltam à vida.
No fim, quando Adam ‘morre’, claro que Simon fica com sua amada Lizzy, que pegou uma bucha de canhão em minha opinião. Um homem chato, amargo e desagradável.
Ai você pensa, pelo menos acabou o sofrimento não é?
Não!!
Pois os anos passam, depois de tudo Paige segue a vida, casa e quem aparece?
Adam! 
Porque ele sempre aflora no Simon e Adam sofre mais e mais cada vez que vê que Paige seguiu a vida, Paige ao ver o homem que amou sofrendo. Lizzy porque o homem que ama não é completo.




Paige no fim se deu bem. Pois casa com outro homem maravilhoso e é feliz. E vou te falar, chove homem maravilhoso na vida dela, só nessa encarnação foram 3 amores verdadeiros.
O que me deixou puta além da medida foi que; Simon era a personalidade mais fraca.
Ele que não lidava com a vida, ele poderia ter sumido. O livro todo foi inútil.
O fantasma do ex apareceu em sonho e disse que ele (Adam) era a metade dela e ela devia lutar por ele. E ai de repente ele não é nada além de um ‘encosto’?
Achei a proposta do livro interessante, mas o final que acho que ela quis inovar ficou uma bosta, uma diarreia e matou o livro dela todinho!
Adam pra mim era o verdadeiro, Simon deveria ter sumido, ido pra Puta Que Pariu.
Sei que o livro me despertou um monte de emoções e o ódio venceu.



Até sonhei que estava fazendo resenha desse livro e desabafando kkkkkkkkkkkkkkkkkk pra vocês terem uma ideia do meu sofrimento.




quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Resenha: Well Hung - Lauren Blakely




SINOPSE:
Aqui está o que você precisa saber sobre mim - eu sou bem sucedido, bem dotado e rápido com uma piada. Mulheres gostam de um cara que as faça rir - e não me refiro ao tamanho do pau dele. Não, elas querem alguém engraçado com um rosto de sucesso... sem mencionar leal. Eu tenho tudo isso, além de uma grande conta bancária, graças à expansão da minha empresa de construção. Sim. Eu sei como usar todas as minhas ferramentas.
Entra Natalie. Gostosa, sexy, inteligente e minha nova assistente. O que a torna totalmente fora dos limites... ei, eu sou um bom rapaz. Sério. Eu faço o meu melhor para ficar longe desse tipo de tentação que ela traz para o trabalho.
Até uma noite em Vegas... sim, você já ouviu essa antes. Más notícias nos negócios, afogamos nossas tristezas em muito Harvey Wallbangers , e então, eu estou transando com ela. No meu quarto de hotel. No quarto de hotel dela. Atrás da máquina caça-níqueis Titanic no Flamingo (não pergunte). E antes que eu possa fazê-la dizer ‘Oh Deus bem aí, SIM!’ mais uma vez, nós dois estamos dizendo sim - o grande sim - em uma capela de beira de estrada, na frente de um cara com costeletas postiças e em um leisure suit dourado brilhante.
Mas acabou que o que aconteceu em Vegas não ficou em Vegas. E agora o meu pau não fica em minhas calças quando ela está por perto. Eu tento resistir. Honestamente. Mas quanto mais nós tentamos manter nossas mãos para nós mesmos, mais acabamos nus novamente, e mais tempo eu quero passar com ela completamente vestida também.
A questão agora é... eu aceito esta mulher como a minha ex esposa?





Eu achei esse livro super gostoso!
Adoro livros com quase 100% dele sob o ponto de vista masculino, ainda mais quando o personagem é divertido, que é o caso de Wyatt.

Wyatt é um cara bonitão, charmoso, bem dotado (ele diz e Natalie confirma haha), dono de uma empresa bem sucedida, divertido, atencioso, ou seja, pacote completo.
Mas Wyatt tem um problema, morre de medo de se envolver com uma funcionária, é totalmente contra suas regras. Com um passado que incluiu duas ex loucas na bagagem, Wyatt tem medo que se pela de cair em uma armadilha novamente e perder seus negócios.

Mas então entra Natalie na jogada. Eles se conhecem por meio de amigos em comum, e a atração está ali, mas como Natalie vai trabalhar com ele, Wyatt logo freia esse entusiasmo.
Natalie é a peça que faltava na empresa para ajuda-la a crescer mais, e eles formam uma super dupla.
Com a atração ali sob a pele, mas nunca permitindo que ela viesse a tona, Wyatt e Natalie vão levando a relação.
Até que um dia uma viagem de negócios leva o casal que não se assume para Vegas e lá em Vegas, loucuras são permitidas. E que loucuras! Os dois entram em frenesi sexual, toda aquela atração reprimida explode da maneira mais deliciosa e louca já vista. 



E culmina em um casamento em frente ao Elvis.
Mas, como levar essa loucura adiante?
Wyatt superará seus medos?
Natalie tem o que ele precisa pra ele voltar a confiar sua vida e seus negócios a outro alguém?
Com cenas hots delicinhas, muito humor, amizade, risos, suspiros, muitos; Wyatt se joga meu amigo! Confia na moça! 



Muita torcida para esse casal não deixar o que aconteceu em Vegas ficar em Vegas e sim, levar para vida.
Momento Confissão.
Sabe, quando vejo livros único me animo toda, penso; Ufa, até que enfim. Mas ai você conhece o melhor amigo do mocinho que é um médico lindo e fofo, e esse mocinho tem uma irmã que está interessada nesse amigo e o siricutico pra saber o que acontecerá com esse outro casal faz desejar com fervor que essa história se torne uma série.
Me declaro culpada e viciada!


PS: Ele em seu momento construtor e eu via o Jonathan Scott na minha cabeça kkkkkkkkk
(Irmãos à Obra)




Resenha: Cartão de Visita - Ashley Suzanne





Sinopse:


Relacionamentos são para os fracos. Para aqueles indivíduos que têm problema em ser justamente... indivíduos, pessoas que não se mantêm por conta própria e não conseguem ficar sem serem definidas por outro ser humano. 

Eu não sou, nem jamais vou ser, uma dessas pessoas. Eu sou eu. Nada mais, nada menos. Você pode ficar comigo ou me deixar ir, mas geralmente elas ficam. E eu orgulhosamente dou. Cada. Centímetro. 

O companheirismo só dura até o momento de deixar o meu cartão de visitas sobre o balcão, quando já estou de saída, antes que ela acorde. 

Meu nome é Dexter MacFadden. Qual é o seu número?







Eu quando comecei a ler e vi que o livro era sob o ponto de vista masculino me animei.
Geralmente adoro livros na visão dos homens, ainda mais quando o homem em questão é engraçado, ou pelo menos apaixonante. 
Então comecei a ler e o pior aconteceu, eu não gostei do Dex.
Eu esperei que ele fosse ser safado, mas esperava um crescimento e amadurecimento e isso não aconteceu.
Entrar na cabeça dele e ver o quanto ele era pilantra não foi divertido e era pra ser, porque mesmo quando o personagem é safado, é possível se apaixonar por ele.

Dexter MacFadden é um fotógrafo de moda, rico, jovem, bonito, com o pau de 23 cm que é constantemente mencionado durante a leitura. Sim, ele tem pau grande, já entendi, não preciso ser lembrada a cada 15 páginas.




Com o costume de ficar com uma mulher a cada dia, Dexter tem um método, fica com a mulher, deixa um bilhete com um número e um telefone pra recado.
Ele segue assim, feliz e transando a rodo, até que um dia a coisa desanda para o lado dele, uma matéria expondo seu método infalível o faz correr para se esconder, e ele vai ao encontro de uma velha amiga, Briar Kennedy.
Briar, uma amiga e antiga namorada, com quem Dex mantém uma relação platônica há anos, e que é seu porto seguro.

Claro meu povo, que vai rolar treta entre eles, ai que entra meu maior desapontamento com o livro.
Nessa altura pra mim, Dexter já devia ter crescido como personagem, mas não. Ainda é o galinha do inicio e isso pra mim, matou o livro.
Sou dessas que acha que quando um cara ama, ele ama, e tenta crescer, fugir de velhos hábitos, respeitar o sentimento que está sentindo e o que a mulher sente.
Ele falha e falha muito.


O livro se tivesse tomado outro rumo me agradaria mais.
Não achei o livro ruim, li rápido, mas não me conquistou ou me fez desejar ler mais da autora.
Eu não sei se só eu me senti assim, então leiam e dividam suas impressões. 








sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Resenha: E Viveram Felizes Para Sempre (Os Bridgertons #9) Julia Quinn




Sinopse:


Alguns finais são apenas o começo...
Era uma vez uma família criada por uma autora de romances históricos...
Mas não era uma família comum. Oito irmãos e irmãs, seus maridos e esposas, filhos e filhas, sobrinhas e sobrinhos, além de uma irresistível matriarca. Esses são os Bridgertons: mais que uma família, uma força da natureza.
Ao longo de oito romances que foram sucesso de vendas, os leitores riram, choraram e se apaixonaram. Só que eles queriam mais. Então começaram a questionar a autora: O que aconteceu depois? Simon leu as cartas deixadas pelo pai? Francesca e Michael tiveram filhos? O que foi feito dos terríveis enteados de Eloise? Hyacinth finalmente encontrou os diamantes?
A última página de um livro realmente tem que ser o fim da história? Julia Quinn acha que não e, em E viveram felizes para sempre, oferece oito epílogos extras, todos sensuais, engraçados e reconfortantes, e responde aos anseios dos leitores trazendo, ainda, um drama inesperado, um final feliz para um personagem muito merecedor e um delicioso conto no qual ficamos conhecendo melhor ninguém menos que a sábia e espirituosa matriarca Violet Bridgerton.
Veja como tudo começou e descubra o que veio depois do fim desta série que encantou leitores no mundo inteiro.





Terminando de ler essa série MARAVILHOSA são poucas coisas que eu posso dizer.
Além de ser encantadora,  ela transmite uma sensação tão gostosa de família, de união, de irmandade e amizade.
Nesse capítulo final, tivemos um pouco do futuro dos Bridgertons.
Pequenos pontos sem nó que ficaram amarradinhos.
Brincadeiras, filhos, filhos e mais filhos.



Mostrando que o amor de cada casal ficou mais sólido e incrível com o passar dos anos.
Como cada personagem amadureceu, mas não perderam sua alma encantadora.
Quer dizer... todos menos a Francesca, essa ai não mudou (não gosto dela e ela me fez gostar menos ainda), mas amo o Michael.
Foi uma delícia acompanhar todos mais um pouquinho, mas ai... chegamos na parte da Violet.
Gente, eu chorei e não foi pouco.
Julia Quinn nos presenteia com uma pequena dose do amor dela e de Edmund.
Eu enquanto lia, desejei tanto, mas tanto que o final fosse outro. Mesmo sabendo que era impossível, mesmo sabendo que o acontecimento foi uma das viradas da vida que formou a mulher que Violet era eu desejei tanto que aquela abelha safada e vagabunda desse uma picada em outra pessoa.

O livro é um presente para todos os fãs dos Bridgertons.


Um livro que te comove, que te envolve e faz sonhar.



E sim, quando acabei de ler, abracei o livro kkkkkkkkkkkk