sábado, 16 de setembro de 2017

Resenha: Honey (Honey #1) Kristen Ashley



Sinopse:


Emocionante e sedutor, Honey é o primeiro livro de uma nova série sensacional da autora best-seller Kristen Ashley.

Entre em um mundo decadente e sensual no qual machos alfa maravilhosos são escravos de prazer comprometidos a realizar os desejos de uma mulher. No clube de elite Bee’s Honey, nenhum limite é deixado de testar, e os desejos mais sombrios de alguém se tornam uma realidade sensual.

Olivier não tem certeza de onde se meteu quando se associa ao clube Honey, só que uma parte obscura dele deseja o estilo de vida oferecido por esse clube exclusivo e secreto.
Quando Amélie convida Olivier a se render, ela o incentiva a explorar seus desejos mais profundos como um submisso. Conforme eles se tornam mais íntimos e se veem se apaixonando mais do que imaginaram, a verdade sobre o passado de Olivier pode ameaçar o relacionamento que ambos desejam.









Então... O lance é, eu não curto muito livros com temática BDSM, não é minha praia. Mas, como sou fã da Kristen fui ler o trem pra ver o que eu acharia e como ela levou o assunto.
Ainda não é meu estilo preferido, não vou dizer que amei o livro, mas não o achei ruim não. E acho que quem ama o estilo vai gostar muito do livro, ainda mais que neste caso a dona da situação é a mulher. Ela controla tudo, ela dita quando, onde e como.
Temos um homem de 1,98 cm, todo másculo e sedutor, ajoelhado aos pés de sua amada ama.




Amélie é a Dominatrix mais bem quista em Bee’s Honey.
Elegante, forte, linda, sensual, ela é; A Dominatrix, mas está em uma fase que nenhum “brinquedo” a atrai e esta com medo que o tédio esteja dominando e que esteja cansando desse estilo de vida, isso até que Olivier entra em cena.
Seu gosto para seus subs, sempre foram para homens grandes e fortes, verdadeiros cavalos puros sangue e Olivier é exatamente seu sonho dourado.




Olivier é um homem que está procurando sua verdadeira identidade sexual.
Sempre sentiu que faltava algo, sempre buscando algo a mais e começa a frequentar clubes de BDSM para experimentar seus desejos mais profundos. Mas sempre como submisso. As Amas que encontrou não o realizaram do modo que ele sonhava e ansiava, ele sabe que é aquilo que ele quer, mas não daquele jeito que lhe foi oferecido.
Então, com ajuda de seu amigo, Olivier consegue entrar no exclusivo clube Bee’s Honey de Aryas Weathers, floreando um pouco sua ficha (mentindo na verdade), Olivier esconde sua inexperiência e entra no clube com esperança de enfim ter encontrado seu lugar.
Com apenas uma troca de olhares, Amélie e Olivier já encontram uma conexão instantânea que os leva a entrar em um jogo cheio de paixão e sim... amor.


No inicio é a paixão desenfreada, a procura da tão sonhada satisfação plena, o regozijo de ter enfim estar no lugar certo no mundo que conecta Amélie e Olivier, mas conforme as cenas são feitas, e personalidades e paixão se casam, o interesse e encontros vão além do clube e Amélie e Olivier, tentam fazer que a Ama e o Alfa Sub, sejam mais que parceiros sexuais, mas sim simplesmente um homem e uma mulher.
Claro que vai ter babado né gente!
Um Dom que está um pouco mais interessado em Amélie do ela percebe.
Uma Ama safadona que tem umas tretas no clube e que tenta pegar um pedaço de Olivier.
O homem Olivier inseguro que possa ser o que a mulher Amélie precisa, pois a mulher é quase tão rica quanto Tio Patinhas e ele é um bombeiro assalariado.

Como eu disse o livro não é meu estilo. E nem me atraiu a ler a série justamente por isso, mas eu acho que quem gosta dessa pegada, o livro é uma ótima pedida.
Kristen Ashley mesmo não escrevendo sobre o que eu gosto me agradou, pois ela entregou um livro diferente, onde a mulher toma as rédeas da situação (literalmente) e fez isso sem perder a feminilidade e o toque delicado de mulher.





Resenha:Before We Were Strangers - Renée Carlino






Sinopse:

Para Lovebird Green-eyed.

Nos conhecemos há quinze anos, quase no mesmo dia que mudei minhas coisas do dormitório da NYU2 para perto do seu, na Senior House.
Você nos chamou de amigos. Gosto de pensar que era mais.
Não tivemos nada, mas a emoção de encontrar-nos através da música (você estava obcecada com Jeff Buckley), fotografia (não conseguia parar de tirar fotos suas), sair em Washington Square Park e todas as coisas estranhas que fizemos para ganhar dinheiro. Aprendi mais sobre mim nesse ano, do que em qualquer outro.
No entanto, de alguma forma, tudo se desfez. Perdemos contato no verão depois da formatura, fui para a América do Sul trabalhar na National Geographic. Quando voltei, você não estava mais lá. Uma parte de mim ainda se pergunta se eu empurrei muito duro após o casamento...
Eu não a vi novamente até um mês atrás. Era uma quarta-feira, você estava balançando para trás em seus saltos, equilibrando-se na faixa amarela da plataforma do metrô, esperando o trem. Não sabia quem era, até que fosse tarde demais, e, em seguida, você se foi. Mais uma vez. Você disse o meu nome, o vi em seus lábios. Eu quis fazer o trem parar, apenas para que pudesse dizer olá.
Depois de vê-la, todos os sentimentos da juventude e memórias vieram à tona para mim, e agora depois de um mês, tenho me perguntado a maior parte do tempo, como está a sua vida. Posso estar totalmente fora da sua mente, mas você gostaria de ter uma bebida comigo e falar da última década e meia?






Sabe, às vezes quando gosto muito de um livro eu travo pra falar sobre ele, é esquisito haha
Acho que porque a história é tão boa e que pra falar sobre ela eu me empolgaria e soltaria todos os spoilers existentes para a outra pessoa não sofrer o que eu sofri de ansiedade.
E pior! É uma ansiedade que você sabe que vai passar, pois eles ficam afastados quinze anos, tá lá na sinopse, ai quando vai acontecer você (eu no caso) fique igual besta gritando com o livro; Nãoooo, por favor conversem, por favor liga pra ela(e)!!!!




Vou tentar falar um pouco dele pra vocês.
Matt (Matthias) um jovem estudante de fotografia tem sua vida mudada ao se mudar para o alojamento em que Grace (Graceland) mora. Um encontro casual nos corredores do prédio, da inicio a uma grande amizade que sempre empaca em se tornar algo mais, pois Grace não quer se envolver, pois quer focar toda sua energia no estudo, não pode deixar cair suas notas e além de ter uma vida de cão. A bicha vende o almoço pra comprar a janta. Vende até saliva (exagero haha, mas é quase isso), para poder sobreviver no dia a dia.
Matt e Grace grudam igual chiclete, fazem tudo juntos, até um dia que a paixão e amor falam mais alto que todas as dificuldades e começam o romance mais fofolete da 
década de 90.




Com o namoro, vem o medo do futuro, pois Matt está de partida para América do Sul para começar um trabalho como fotógrafo, e cada dia que se aproxima a data da partida, mais o coração fica apertado.
E com a data chegando, vão chegando também às inseguranças, o desencontro, a palavra dita que não pode ser retirada.
Grace, que tem a oportunidade de ir a uma turnê pela a Europa com um professor de música, hesita por ter medo de perder Matt e claro, por problemas financeiros.
E o babado da turnê e do professor... “Dan que muda de sobrenome” é professor de música de Grace é um muito gentil – se você me entende – sempre incentivando Grace a se entregar a música, ajudando com instrumentos, com conhecimento, quer que a garota alcance todo seu potencial. E ajuda ela de toda maneira que encontra, mesmo que indiretamente.
Dan é um ponto importante na história de Grace, só falo isso.
Então, quando chega o derradeiro momento do por que do afastamento do casal, eu fiquei tão triste. Porque naquela altura eu já amo os dois, quero eles juntos, felizes, tirando fotos e tocando música pra sempre... E vocês sabem que isso não iria acontecer AGORA.

A vida acontece, Matt divorciado, chateado, corno, confuso. Com a vida em stand bay, vê tudo mudar e uma luz brilhar novamente quando vê Grace no metrô. Um vislumbre do seu amor da juventude da aquele reset que ele precisa e ele começa a tentar encontrar sua amada. Se arriscando até a escrever uma mensagem em um site de procura de amores perdidos, esperado que de algum modo, Grace veja e o procure.
Como o destino quer essas almas gêmeas juntas, Grace descobre sobre a mensagem e ai inicia a parte 2 dessa história de amor e com ela, vêm esclarecimentos, revelações, mágoas e um segredo bombástico!
Mas claro que tem final feliz, porque se não tivesse eu não estaria aqui falando que amei haha
Gente... eu adorei o livro, li a madrugada toda, me envolvi com Matt e Grace, torci muito pela felicidade deles.
Teve momentos que quis bater no Matt, porque ele surta um momento e achei meio egoísta da parte dele, não era culpa da Grace, ela tentou e ele sabe o quanto ela tentou. Ele podia ficar puto? Sim! Mas não com ela.



Enfim... leiam!! 




quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Resenha: Ardente| Em Chamas – Sylvia Day



Sinopse:


Nunca misture trabalho com prazer. Nunca fale de política dentro do quarto. De certa forma, no momento em que me tornei amante de Jackson Rutledge, fiz exatamente essas duas coisas. E não posso dizer que foi por falta de aviso. Dois anos depois, ele voltou. Mas eu não era mais a garotinha que ele havia conhecido, enquanto ele não mudara nada. Ao contrário da última vez em que nos esbarramos, eu sabia exatamente com quem estava lidando e quão viciante seu toque poderia ser. Só que desta vez eu conhecia as regras do jogo. No ambiente competitivo e impiedoso do mundo dos negócios, há uma regra que vale para todo mundo: mantenha seus inimigos por perto, e seus ex amantes mais perto ainda.




Não sei se vocês sabem, mas esse livro da Sylvia Day se tornou filme, filme para tv, não passará nos cinemas.
Como eu nunca havia lido e um dia pretendo ver o filme fui conferir do que se tratava a estória do livro, como eram os personagens e tal.



E vou falar... Que decepção!



Eu imaginei que seriam personagens fortes e carismáticos, afinal, para ser transformado em filme deveria ser do babado né? Doce engano.
Vamos falar do livro.

O livro conta a estória de Gianna Rossi e Jackson Rutledge (ou Jax).
Um casal que teve um caso tórrido de amor curto em Las Vegas, que teve seu fim quando Jackson abandonou o barco sem uma explicação, só tomou Doril e sumiu.
Gianna fica putíssima da vida com razão e super magoada, se concentra em encontrar o emprego dos sonhos e assim superar essa fase da vida dela.
Este emprego é como uma agente de chefs como assistente de Lei Yeung, uma fera no ramo e modelo de profissional que impulsiona Gianna.

Jackson. É um empresário do mercado de capital de risco e filho de um proeminente político. A família todo do rapaz é envolvida com política e ele é arredio a respeito disso.
O destino do casal se cruza quando Lei e Gianna estão em vias de fechar acordo com dois chefs para um novo restaurante  e o ex e concorrente direto de Lei Ian Pembry se envolve no babado, disposto a roubar os chefs das mãos da empresa de Lei.
E que surpresa pra moça, Jackson é um dos investidores envolvido no negócio.
O cara volta pra vida dela e ainda por cima, em vias de atrapalhar o melhor momento de sua carreira.
Jackson volta com tudo, querendo a moça de volta e Gianna ainda magoada com o sumiço do moço, dificulta o trabalho.

Ai começa o mimimi sem fim do livro ( e tudo é rápido, a volta, a transa, o mimimi, as picuinhas), Gianna cede ao charme de Jax, mas a cada conversa, traz a tona todo  o drama passado e não de uma maneira madura, mas infantil e incoerente.

Com a volta, vem a tona os segredos de Jax, o porque ele ter se afastado, a razão de sua relutância e assumir seu romance com Gianna. O que os bastidores do poder da politica podem acarretar na vida de quem não tem o brio necessário para entrar nele.
Mas então,  o que me desagradou e me fez achar o livro mais raso que piscina de bebê?
Gianna descrita no livro é uma mulher forte e decidida, mas a que é apresentada não é nada disso.  É mimada, burra, chata, ranheta. Aquela que diz eu entendo e não entende coisa alguma.



Que se diz disposta a tentar, mas a cada segundo muda de ideia sobre o que pensa sobre o cara e a situação deles.
Jackson, que devera ser um cara sedutor e misterioso na verdade é tedioso, que não sabe conversar. A cada momento que eu pensei, bom, agora ele vai mostrar o homem maduro que é... puff, ledo engano.
Na verdade, ele e Gianna se completam, dois adolescentes.
Achei o livro fraco, sem uma estória base boa, com muita cena de sexo 

 – nisso eu aplaudo a Sylvia, eu adoro as cenas de sexo dela, mesmo sendo quase repetitivas haha – 



o final deixou a desejar. Uma intriga que nem tão intriga é. Vende um pai terrorista do Jackson, mas que na verdade é só um político a procura do seu lugar perpétuo ao sol.

Um fato agradável, foram os irmãos da Gianna, gostei dos rapazes.


Então... eu vou ver o filme e esperar que mudem muita coisa, acho que será muito necessário. 




sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Resenha: The Randy Romance Novelist (The Virgin Romance # 2) Meghan Quinn



Sinopse:

Finalmente aconteceu, perdi minha virgindade. Aplausos e elogios, por favor. Por um tempo a vida era arco-íris e gatinhos saltitando em um céu cheio de nuvens de algodão doce... ou pelo menos foi isso, foi até que as exigências do mundo real voltaram. 
Minha melhor amiga vai se casar e ela me pediu para ser sua dama de honra. Ela não está preocupada com flores, ou o vestido ou a comida da recepção. Não, ela está preocupada com a festa de despedida de solteira, por exemplo, que tipo de coroa de pênis ela vai usar e o tamanho do mamilo do stripper que estará presente. Eu estou ultrapassando a minha capacidade, tentando equilibrar a vida com um namorado, planejando uma despedida de solteira e escrevendo meu romance.
Algo está prestes a acontecer. Essa é a minha vida depois de meus felizes para sempre...







Comecei a ler este livro com medo.

Por que medo?

Porque eu havia adorado o primeiro The Virgin Romance Novelist, teci mil elogios. Um livro que me fez rir muito mesmo, ao ponto de ter câimbra no rosto e achar que não cabia uma continuação.

Então demorei um tempo pra pegar o bichim pra ler, e não é que meu medo não era em vão? O livro foi muito inferior ao primeiro.

 

Rosie estava ainda mais caricata neste livro. Achei que depois das mil presepadas que ela passou, ela teria ficado um pouco mais esperta, mas a autora decidiu deixar ela ainda mais sem noção.


Henry pelo contrário, foi um príncipe. Melhor ainda, um guerreiro para aturar uma mulher tão louca e infantil.




 

Neste volume, temos o que acontece depois do: ”Felizes para Sempre” do fim do livro 1. Como foi a relação deles. Morando juntos, construindo um relacionamento.

Rosie acha pelo jeito que um relacionamento é só sexo. Só isso interessa pra ela, sexo e testar posições sexuais lidas nos romances.

 

Henry, super, mega apaixonado, faz de tudo pra agradar a louca, aceita os caprichos dela, sonha em casar, ter filhos, deseja que ela cresça como autora, ou seja, quer o mundo pra ela.

 

Ai começa uma comédia pastelão desnecessária.

O que era cómico no primeiro livro ficou forçado demais neste.

Onde uma mulher adulta faz o que essa Rosie faz? E em situações importantes!

Tem tanta cena absurda que eu fiquei aqui revirando os olhos.

Eu ri sim em algumas situações, até ri alto em uma cena. Mas não compensou a leitura pra mim.

 

Acho que a autora viu as resenhas negativas do livro dela e quis justificar certas situações, tanto que o livro que Rosie escreve é justamente The Virgin Romance Novelist, cada linha lida pelo leitor. E em um papo com leitoras experientes, elas falam dos pontos absurdos do livro e são justamente os que li em resenhas negativas do livro.

 

Eu cá comigo pensando; Amiga, tu fez esse livro pra justificar as cenas de Rosie foi? Você tá louca? Te preserva migs! 



Achei essa estratégia meio sem noção! Assume que gosta de pastelão e pronto! Não faça outro livro pastelão, justificando o anterior!

 

Rosie que era um personagem louco e engraçado em sua busca pela perda da virgindade, se torna uma ninfomaníaca sem noção que não enxerga um palmo diante do nariz.

 

Se recomendo?

Sim, mas deixando claro que é inferior ao primeiro.

Não tão engraçado, mas mesmo assim arranca uns sorrisos.







quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Resenha: Hetch (Men of S.W.A.T. # 1) River Savage




Sinopse:

Salvar

Verbo \ SAV \

1 ( t.d.bit. e pron. ) [prep.: de] tirar ou livrar (alguém, algo ou a si mesmo) de perigo, dificuldades, ruína ou morte.

Sinônimos: resgatar, vir em socorro de alguém, salvar a vida de alguém, pôr em liberdade, libertar, livrar, desprender.
Salvar vidas é o objetivo final.

É uma responsabilidade com a qual eu convivo a cada dia, a razão de eu usar o distintivo.

Incorporado em uma fraternidade que é mais profunda que sangue, este modo de vida tornou-se minha própria existência…

Até Liberty.

Eu pensei que estava salvando-a.

Eu nunca esperei que fosse ela a única a me salvar






Vou começar dizendo que ADOREI o livro.

River Sagave não decepcionou neste inicio de série, tem aquela pegada que deixa você querendo mais e mais de todos os personagens.
Hetch e Liberty tem um primeiro contato de uma maneira um tanto quanto inusitada. Liberty está em uma fase de dizer não aos homens. Acabou de sair de um relacionamento nada bacana e quer distância do sexo masculino. Mas, o tal sexo masculino é seu vizinho de parede, e gosta muito mesmo de dançar a ragatanga



 no último volume, deixando nossa amiga com o acerrerê ligado. 




E uma noite, que Hetch chega em casa  travado na cerveja, escuta um som suspeito e cola o ouvido na parede, e escuta Liberty dando uma de DJ e curtindo muito, e ele quer curtir junto, mas a moça não colabora haha

E assim, os vizinhos tem o primeiro contato ‘paredoso’ sexy.
Liberty, uma assiste social engajada e super protetora com seus meninos, tem sob sua asa o menino Mitch, que tem um irmão barra pesada que quer levar o garoto pro lado errado da estrada.
Hetch, uma agente da SWAT especializado em negociação de reféns, tem um trauma do tamanho do universo, viu uma pessoa amada se suicidar na sua frente e suas táticas não funcionaram para salvá-la.
Duas pessoas teimosas que se encontram e as faíscas voam para todo lado.



Hetch não é um cara que aceita um não e Liberty uma mulher que não diz sim livremente.
Mas, claro, que Hetch vence a resistência de Liberty (como resistir a este homem, ai ai), criando uma relação quente e com uma profundidade inesperada que assusta a ambos.
Hetch que não estava à procura do amor e nem sabe se conseguiria lidar com isso e Liberty que tem muito no seu prato e teme que admitir que esta se apaixonando vá causar mais dor que prazer.
Além de muita sensualidade, temos tensão também no livro. 



A proteção que Liberty proporciona a Mitch, traz perigo para ela, pois o irmão do garoto é membro de uma gangue violenta que não tem escrúpulos em machucar uma mulher.
Hetch, com seu trauma pessoal e seu trabalho estressante, se vê em uma situação em que revive seu momento de maior dor e pode colocar tudo o que construiu com Liberty se perder,  por seus medos e culpa.
Além disso, têm acidentes, tiro, medo da morte, choro, visita no além, medo absurdo de perder a pessoa amada.




Mas tem redenção, perdão, superação e mais importante... amor!
Eu achei a série envolvente, quero, preciso do livro de todos os membros da SWAT!!






segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Mocinho Sai Daqui Desgrama: Cruz Kerrington





Mocinho: Cruz Kerrington
Livro: Because of Lila
Autora: Abbi Glines
Status: Sai Daqui Desgrama

Contém spoilers do livro Because of Lila

Gente, me ajuda a entender esse fascínio que as autoras tem por personagens masculinos canalhas.
Não é possível que este seja o ideal romântico.
Não É Possível!!


Cruz é o típico mocinho com a SDPD (Síndrome Do Pau Descontrolado), não consegue ficar um dia sem sexo, não consegue fazer nada que não seja relacionado a sexo e claro, não sabe respeitar a mocinha.
Ele diz que ama Lila Kate, mas não acha que a merece e que maneira melhor de demonstrar isso do que a humilhando sempre que possível? Afinal ele a ama, humilhar é prova de amor.




E quando ficam juntos, é claro que ela se humilhou para isso acontecer, professando seu amor e ele relutante em se entregar a esse amor.
(Sim, estou rolando os olhos aqui.)






E transam, transam muito.
Ai a moça perde um ente querido, e ao invés de apoiar a moça, ele vai transar com outra pra ver se consegue “Tirar Lila do seu sistema”, mas hey, ele pensa nela na hora do sexo, muito amor isso, não sei nem porque fiquei enojada.
Ele só saiu da cama dela e pegou outra em seguida, coisa light.
E assim vai nosso doce Cruz, querendo e não querendo.
Mas quando vê que tem outro cara na parada, ai ele se mexe, afinal LILA É DELE!




Autoras por favor, não insultem a inteligência das leitoras, algumas pensam viu? E esse tipo de “mocinho” não é atrativo, é ultrajante!

Selo, SAI DAQUI DESGRAMA, com louvor! 





Resenha: Because of Lila (Sea Breeze Meets Rosemary Beach #2) Abbi Glines




Sinopse:

Puritana, adequada, clássica boa garota e seu adjetivo menos favorito - fria.
Lila Kate Carter já ouviu todos esses. O último, sendo o mais novo. Ela não é fria. Ela só simplesmente não se importa com Cruz Kerrington e suas maneiras estragadas, egoístas e descuidadas. Isso não a torna gelada, isso faz dele um idiota!
Cansada de ser rotulada e fazendo o que se espera dela, Lila Kate deixa Rosemary Beach, na Flórida, pronta para uma aventura. Querendo se recriar, encontrar um novo caminho, e se tornar algo mais.
Eli Hardy está cansado de mulheres que sempre agem da mesma forma, fazem as mesmas coisas e esperam o mesmo. Ele está pronto para cortar as mulheres de sua vida, até que possa conseguir o seu feliz pra sempre
Duas semanas depois de sua regra “sem mulheres”, ele conhece Lila. Ela é tão doce e educada. Como se ela tivesse saído diretamente de um livro de etiqueta. Mas ele já estava bêbado antes dela entrar, então havia uma boa chance dela não ser tão impressionante e perfeita



Abbi Glines, por favor amiga, encontre a magia de novo!!



*Minha opinião ok? Não quer dizer que me acho super certa e os colegas não devem gostar do livro e concordar comigo*

Eita livrinho ruim!

Personagens horríveis, sem charme, sem brilho, que dá aquela vontade louca de dar na cara deles pra ver se acordam pra vida.
Eu dou um salve pro Eli, mas um muito pequeno.
Cruz Kerrington é um projeto de homem lixo. Safado, sem brio, sem postura, irresponsável, rico mimado e sem classe.
Lila Kate é otária, burra, se contenta com migalhas, frouxa, sem amor próprio, e sem brio também.

Meu desapontamento em ver que essa galera de Rosemary Beach não soube criar os filhos é gigantesco. Esperava eu que por eles terem crescido durante a série, passariam valores para seus filhos, ledo engano.
O livro além de fraco com seus personagens principais, ainda tem o “Santo Kiro” pra deixar a leitura ainda mais sem sabor. Eu não entendo mesmo o endeusamento desse drogado, pilantra que não respeitava a esposa e a filha. Não entendo!!
Entrar na história de Lila/Cruz/Eli foi uma prova de paciência e apelo pro meu lado masoquista. Aquele livro que você tá odiando, mas tá lendo (louco eu sei).
Lila Kate depois de ouvir desaforos do fofo do Cruz, sai em busca de aventura. Quer provar pro doce mocinho da história que não é a mulher fria sem espírito que ele diz que ela é.
Rumo à aventura, Lila para em Sea Breeze, e lá encontra Eli.

Eli é um cara bacana, bonitão, sexy, mas que tem um defeito é gamado na Bliss.
Mais um livro onde Eli se dá mal, Abbi não vai com a cara dele (vai ver é pq ele é um cara legal, ser fdp é mais bacana pra ela).
Quando Cruz percebe que Lila está seguindo em frente, decide que a ama e sempre amou e vai atrás da moça “cuidar dela”.
E ai meu nojo por ele fica maior, porque fica a putaria;

Quero, não quero.
Transo, não transo.
Não sou bom pra você, mas vem cá minha nega.
E Lila Kate, a otária mor, aceita migalhas e vai. Aliás, implora por isso.




Mas, o caminho do doce casal ainda tem espinhos e Cruz mais uma vez, mostra suas verdadeiras cores.
E Lila como reage?
Já sabem né?

Com segredos sujos, Cruz teme que sua doce Lila não consiga perdoar os erros que ele cometeu e reluta em se entregar ao verdadeiro amor (rolando os olhos só um pouco)

Enfim... sei que meu desabafo parece um pouco (muito) maldoso, mas é o desapontamento que estou sentindo no momento.

Triste ver que Abbi perdeu a mão.